Acabei de perceber que sou fã dos Irmãos Catita.
Amanhã vou andar a trautear "Conan, o homem rã" todo o santo dia... Só espero que não se me entranhe nenhuma música (ainda) mais gráfica eheheh
"But the attitude of faith is to let go, and become open to truth, whatever it might turn out to be." Allan Watts / "Finish your goddamn plate" Joshua Fields Milburn
quarta-feira, dezembro 31, 2008
terça-feira, dezembro 30, 2008
Dia 24 lá estarei!
Este ano a João ofereceu-me no Natal um bilhete para os Deolinda na Casa da Música. Eu ofereci-lhe o bilhete na cadeira ao lado da minha. E juntas oferecemos outros dois lugares lá perto (creio que mesmo ao lado também!) aos nossos pais.
Mal posso esperar!
Mal posso esperar!
segunda-feira, dezembro 29, 2008
domingo, dezembro 28, 2008
Resoluções de Ano Novo
2009
Ainda não tenho claro o que serão as minhas resoluções de ano novo, mas seguramente terão que ver com o equilíbrio que eu tanto procuro e que tenho conseguido sempre afastar de mim.
Quero deixar o péssimo hábito de ver TV. Quero estar mais disponível para a minha família e os meus amigos. Quero ter mais estabilidade, que já basta de situações desafiantes de caraças. Quero ser mais eficiente.
E quero ser mais feliz.
Resta saber os "comos" destes objectivos tão claros.
Ainda não tenho claro o que serão as minhas resoluções de ano novo, mas seguramente terão que ver com o equilíbrio que eu tanto procuro e que tenho conseguido sempre afastar de mim.
Quero deixar o péssimo hábito de ver TV. Quero estar mais disponível para a minha família e os meus amigos. Quero ter mais estabilidade, que já basta de situações desafiantes de caraças. Quero ser mais eficiente.
E quero ser mais feliz.
Resta saber os "comos" destes objectivos tão claros.
Quem sou eu
Uma pessoa que se tenta superar e ser melhor todos os dias.
É menos glamoroso do que soa.
É menos glamoroso do que soa.
terça-feira, dezembro 23, 2008
Dismenorreia
A dismenorréia, também conhecida como cólica menstrual, é um problema ginecológico que afeta cerca de 50% das mulheres em idade fértil, ou seja, que ainda menstruam.
Características da dor
A dor típica da dismenorréia é a cólica, que geralmente tem início poucas horas antes ou logo após o começo do período menstrual.
Localiza-se freqüentemente no baixo-ventre (abaixo do umbigo e acima do púbis), e a região torna-se dolorosa à palpação.
Quando não tratada, a cólica menstrual pode durar dois ou três dias (48 a 72 horas).
Sintomas e Outras Manifestações Clínicas Associadas
Além da dor em cólica, que pode ser intensa, a dismenorréia pode evoluir com outros sintomas e manifestações associadas:
Náuseas
Diarréia
Vômitos
Dor nas costas (região lombo-sacra) com irradiação para as coxas.
Fadiga
Nervosismo
Vertigem
Dor de cabeça (cefaléia)
Desmaio (síncope) - ocorrência rara
Na dismenorréia primária, a dor pode ser intensa e geralmente sob a forma de cólica localizada no baixo-ventre (abdome inferior).
http://www.cirurgiaendocrina.com.br/colica.html
Características da dor
A dor típica da dismenorréia é a cólica, que geralmente tem início poucas horas antes ou logo após o começo do período menstrual.
Localiza-se freqüentemente no baixo-ventre (abaixo do umbigo e acima do púbis), e a região torna-se dolorosa à palpação.
Quando não tratada, a cólica menstrual pode durar dois ou três dias (48 a 72 horas).
Sintomas e Outras Manifestações Clínicas Associadas
Além da dor em cólica, que pode ser intensa, a dismenorréia pode evoluir com outros sintomas e manifestações associadas:
Náuseas
Diarréia
Vômitos
Dor nas costas (região lombo-sacra) com irradiação para as coxas.
Fadiga
Nervosismo
Vertigem
Dor de cabeça (cefaléia)
Desmaio (síncope) - ocorrência rara
Na dismenorréia primária, a dor pode ser intensa e geralmente sob a forma de cólica localizada no baixo-ventre (abdome inferior).
http://www.cirurgiaendocrina.com.br/colica.html
Ou seja, dimesnorreia, a maneira perfeita de começar o dia
terça-feira, dezembro 16, 2008
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Inevitável
"Já pareces o Mário Soares" - disse a senhora no café à criança que não devia ter mais de 5 anos.
"Quem?" - perguntou com inocência a criança
"O Mário Soares." -respondeu com algum desânimo
"Quem é o Mário Soares?"
"É um senhor..."
"Mas tu conheces? Já o viste?"
"Sim, muitas vezes, na televisão."
E perante a resposta lacónica, a criancinha voltou para a montra dos bolos, com os seus olhos grandes e ar de gula.
"Quem?" - perguntou com inocência a criança
"O Mário Soares." -respondeu com algum desânimo
"Quem é o Mário Soares?"
"É um senhor..."
"Mas tu conheces? Já o viste?"
"Sim, muitas vezes, na televisão."
E perante a resposta lacónica, a criancinha voltou para a montra dos bolos, com os seus olhos grandes e ar de gula.
É inevitável: um dia vamos todos tornar-nos irrelevantes.
quinta-feira, dezembro 04, 2008
segunda-feira, dezembro 01, 2008
A jangada - conto zen
Um monge budista fazia uma longa viagem quando chegou a um rio. Chovia torrencialmente e as águas haviam destruido a ponte.
O monge viu-se obrigado a parar vários dias e construir uma jangada com as suas próprias mãos e uma pequena faca que trazia consigo.
A jangada era pequena e resistente e ele atravessou o rio em segurança.
Gostou tanto dela que passou, de ora em diante a levá-la consigo para todo o lado.
As "jangadas" assumem muitas formas mas têm todas a mesma característica: já nos foram muito úteis, mas não funcionam no contexto em que estamos. Não nos queremos libertar das nossas jangadas (objectos, pensamentos, relações), pelo bem que nos fizeram no passado, esquecendo que no presente elas apenas nos pesam e nos atrasam.
Libertarmo-nos das jangadas é sempre um passo difícil, até porque com frequência custaram-nos a construir, mas é um processo libertador.
Esta semana, deitei fora os meus apontamentos de Direito. Sempre achei que me dariam muito jeito quando eu voltasse ao curso, já lá vão 8 anos. Esta semana decidi que quando voltar a Direito (se efectivamente o fizer) serei capaz de construir outras jangadas, agora que já tenho a prática.
Agora só falta ser capaz de estender este conceito ao resto da minha vida...
O monge viu-se obrigado a parar vários dias e construir uma jangada com as suas próprias mãos e uma pequena faca que trazia consigo.
A jangada era pequena e resistente e ele atravessou o rio em segurança.
Gostou tanto dela que passou, de ora em diante a levá-la consigo para todo o lado.
As "jangadas" assumem muitas formas mas têm todas a mesma característica: já nos foram muito úteis, mas não funcionam no contexto em que estamos. Não nos queremos libertar das nossas jangadas (objectos, pensamentos, relações), pelo bem que nos fizeram no passado, esquecendo que no presente elas apenas nos pesam e nos atrasam.
Libertarmo-nos das jangadas é sempre um passo difícil, até porque com frequência custaram-nos a construir, mas é um processo libertador.
Esta semana, deitei fora os meus apontamentos de Direito. Sempre achei que me dariam muito jeito quando eu voltasse ao curso, já lá vão 8 anos. Esta semana decidi que quando voltar a Direito (se efectivamente o fizer) serei capaz de construir outras jangadas, agora que já tenho a prática.
Agora só falta ser capaz de estender este conceito ao resto da minha vida...
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