terça-feira, agosto 22, 2006






Your super-secret codename is:

AN HEEL
Your mission is...

Set each teletubby on fire and bury their carcasses in the abandoned salt mines
'What is your codename and mission?'
at
QuizGalaxy.com










Your super-secret codename is:

DOPER
Your mission is...

Use your charm and wit to seduce everyone in the royal family
'What is your codename and mission?'
at
QuizGalaxy.com

segunda-feira, agosto 21, 2006

Os 8 símbolos do Budismo

domingo, agosto 20, 2006




No dia 26 de Maio no Bar do CineTeatro de Estarreja pelas 23h00, fui ver Os Dias Felizes, de Samuel Beckett, em paralelo com a exposição Cem Beckett.

Apesar de ser uma Sexta e eu ter trabalhado 12 horas nesse dia, consegui aguentar-me pelas cerca de 2h30 que durou a peça... E ser tocada profundamente pela mesma.

Não é uma peça fácil. É uma metáfora mais ou menos densa. A Winnie, personagem principal (só há mais uma personagem que é o Willie e mesmo esse só aparece no fim da peça), está enterrada até à cintura e salienta com frequência que vive "Dias felizes", apesar de não ter mobilidade, ter os seus bens a terminar, carregar uma arma na carteira e ser casada com um homem que não lhe fala a maior parte do tempo, nem tão pouco lhe aparece.

O que me tocou e me fez pensar neste cenário absurdo (não fosse Beckett um ícone do teatro do absurdo) foi que Winnie está tão obcecada em ter e afirmar que tem uma vida feliz, que passa a peça toda a tentar convencer-nos e convencer-se a si própria de que é feliz, sem nunca, em momento algum fazer qualquer movimento para se libertar do monte de terra que a mantem presa até à cintura.

Eu conheço pessoas assim. Presas até até à cintura, imóveis na sua vida infeliz de superficialidades cómodas, que aclamam os dias felizes que vivem... Mas que não têm mais ninguém no seu universo a não ser elas mesmas e talvez um companheiro com quem nem sequer têm grande ligação... Pessoas em constante negação das suas limitações e dificuldades, tão obcecadas com o estar bem que não chegam a fazer nada para chegar a esse patamar...

E a peça fez-me pensar sen eu, uma pessoa tipicamente optimista, serei assim.

"Dias felizes" de Samuel Beckett relembrou-me que a insatisfação com a própria vida, a infelicidade e os maus momentos desempenham um papel importante na vida de cada um de nós: são o motor da mudança, aquilo que nos faz mexer.

Se acharmos que vivemos dias felizes o tempo todo, nunca faremos mudanças reais na nossa vida, seremos lentamente soterrados pela terra do tempo, até que um dia estaremos até ao pescoço em solo... Talvez aí mais valha não nos lembrarmos do que queríamos em primeiro lugar, porque não temos qualquer espaço de manobra...

Para saber mais sobre os "Happy Days", ou ter outras perspectivas,

http://www.sparknotes.com/drama/happydays/canalysis.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Happy_Days_%28play%29

(por exemplo)

Tenho vontade de de rever esta peça...

quarta-feira, agosto 16, 2006

O xôr Bush a cantar...

U2!... aiaiaiai... O que é que não é possível fazer hoje? :)

segunda-feira, agosto 14, 2006

Birthday paradox

O chamado "paradoxo do aniversário" ("birthday paradox") dita que se houver 23 ou mais pessoas numa sala há uma probabilidade de 50% de que pelo menos 2 delas façam anos no mesmo dia.

Para 60 u mais pessoas a probablidade é mesmo superior a 99%, embora não possa chegar aos 100% a menos que hajam 367 pessoas na mesma sala.

Este não é um paradoxo no sentido de derivar de uma contradição lógica: é descrito como um paradoxo uma vez que a verdade matemática contradiz a intuição comum. A maioria das pessoas estima esta probabilidade muito abaixo dos 50%.

O cálculo desta probabilidade é o problema do aniversário ("birthday problem") e a matemática por detrás da sua solução foi usada para conceber um ataque criptográfico (uma forma de contornar sistemas de segurança e encriptação de dados) conhecido como "the birthday attack", que é usado, por exemplo, para "dar a volta" às assinaturas digitais... :)

sexta-feira, agosto 11, 2006

A minha mana e eu... 1991


E assim continuamos, né mana? :)
Posted by Picasa

sexta-feira, agosto 04, 2006

OhMiBod

As coisas de que eles se lembram, não é verdade?

Já conhecem o último acessório do iPod, o OhMiBod?...


Então cusquem lá...