segunda-feira, fevereiro 28, 2005

If
by Ruyard Kippling


If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you;
If you can trust yourself when all men doubt you,
But make allowance for their doubting too;
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise:

If you can dream -- and not make dreams your master;
If you can think -- and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two imposters just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools;

If you can make one heap of all your winnings
And risk it on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breathe a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings -- nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you,
If all men count with you, but none too much;
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run --
Yours is the Earth and everything that's in it,
And -- which is more -- you'll be a Man, my son!
Os limites da entrega



A larga maioria dos meus amigos são rapazes. Não foi sempre assim. Houve uma fase da minha vida em que eu achava que tinha de ter uma melhor amiga, como todas as meninas, a quem contaria todos os meus segredos e pensamentos e que seria a minha grande companhia.

Irónico que agora quando penso nisso percebo que era uma busca semelhante àquela que tantos adultos fazem da sua cara metade. No fundo, aquilo que eu procurava era alguma paz, descanso e conforto. Acabar com as inconstâncias, não ter de me preocupar nem esforçar muito: tinha aquela amiga, se todo o resto falhasse. Obviamente que isto não resultou bem. Em breve tornei-me a cola sempre presente, mesmo quando não era requisitada.
Enfim… Há experiências que não nos dignificam no imediato, mas nos ensinam coisas relevantes.

Aquilo que me dá a impressão é que imensas pessoas continuam a ter essa miragem de conforto e descanso perpétuo numa relação à qual se acomodam… A ideia de “terminei a minha busca”… Claro que acho que é possível terminar “a busca”… Mas será possível estagnar? E o velho ditado “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe”? E as relações de anos que terminam porque entretanto as pessoas mudaram e de repente não se vislumbra uma ponta daquilo que era a dinâmica inicial?

Onde é que começa a incoerência consigo mesmo e acaba uma certa plasticidade que é até importante em qualquer relação social? (estou-me a lembrar de repente de uma série de pessoas que conheço e adoro que não têm nada a ver comigo em termos de interesses e formas de estar… E no entanto funcionamos muito bem e gostamos de estar juntos/as...)

Hoje em dia não sou minimamente próxima, nem tão pouco amiga de qualquer das duas “amigas de infância” em que tanto investi. Durante muito tempo tive dificuldade em confiar em alguém qualquer coisa de mais “minha”, adoptei o sistema dos diários, onde escrevia tudo o que pensava. De qualquer modo, suponho que aquilo que apreendi acima de qualquer outra coisa é que não podemos esperar que os outros nos respeitem se não fizermos isso acima de tudo.

Não podemos esperar que os outros atendam à nossa dignidade e susceptibilidades se as entregamos de bandeja e por meio tostão. Por mais tentador que seja a miragem de poder confiar alguém com aquilo que mais “nosso” temos, essa entrega não pode ser senão gradual, lenta, natural… Entregar-nos é algo que leva tempo seja em termos íntimos, seja em termos sociais mais superficiais… E mesmo assim, estamos sujeitos a ser deixados cair aqui e ali… Mas pelo menos a queda não tende a ser tão alta e há alguma rede para nos suportar e amortizar a queda.

Ao concluir este texto lembro-me de uma conversa simpática com um bom amigo que me dizia que o segredo dele era não esperar nada, ou tentar esperar o mínimo das pessoas: assim, o que quer que fosse que viesse era bom.

Não é má política, não senhor. :) *s

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Amizades novas



Nos últimos tempos tenho conhecido algumas pessoas que poderia dizer quase com toda a certeza que vão ser minhas amigas et nunc et semper, não porque esteja arrebatada de paixão pela sua personalidade, mas pela forma oleada e sem atritos como cabem na minha vida e se encaixam nos meus planos mais inconscientes...

Como se sempre lá tivessem estado, como se sempre nos tivéssemos conhecido, como se nada fosse uma grande novidade... E no entanto os conhecimentos são recentes e há muitas descobertas a fazer.

Gosto deste conforto simpático, desta confiança espontânea, sem grandes alaridos, sem muito estrilho, sem publicidade exacerbada... Agrada-me a osmose pura e simples de vidas que se encontram, que se faz de uma forma suave, sem demasiadas expectativas, com calma e sem decepções alargadas por isso mesmo...


Assim de repente, consigo perceber uma série de coisas que me diziam tantas vezes e que tantas vezes me enervaram , como o clássico "Tens de ter calma, rapariga!", ao que eu respondia quase aos gritos "MAS EU ESTOU CALMA!" lol

Abro os olhos e respiro melhor… Percebo que o mundo continua a girar mesmo se eu não o conseguir salvar e isso é bom… Dá-me tempo para viver nele e não para ele: lembra-me que sou humana e que isso é uma vantagem
.
Construção/Deus Lhe Pague
Chico Buarque


Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher
como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher
como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça, desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes, pingentes, que a gente tem que cair
Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas-bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague



Apesar de um pouco drmático/ tétrico, sempre adorei o jogo de palavras desta letra, como os mesmos adjectivos colocados em locais diferentes da mesma história consguem dar uma dimensaão absolutamente diversa das personagens, sentimentos e da própria narrativa... :)

sexta-feira, fevereiro 18, 2005

Do amor, que como todos sabem, é um lugar estranho.


Vá-se lá saber porquê, nos últimos tempos tenho-me debruçado um pouco mais sobre esta questão. O que é afinal esta coisa estranha que todos desejamos e muitos de nós receamos (incluo-me!), ao mesmo tempo?

Lembro-me, assim de repente, de uns estudos que tivemos que fazer para "Introdução à Sociologia", no primeiro ano da Licenciatura em Psicologia. Referia a documentação que essa coisa do amor romântico é uma invenção da modernidade. A minha própria irmã num post recente referiu que se provou há não muito tempo que o amor tal como o conhecemos (ou julgamos conhecer) se reduz a meras reacções químicas cerebrais... Em que ficamos então?

Será um dos pilares da nossa sociedade actual (a busca da felicidade, onde à cabeça tipicamente se coloca o encontrar da cara metade) nada mais que um mero constructo social ao qual se associam umas quantas reacções químicas corticais?

Num looping cerebral (LOL eu também tenho dessas coisas! Eheh) Lembro-me ainda de uma outra expressão, o chamado "Amor Livre", esse grande paradoxo, porque se o amor advém ou produz um certo de grau de vinculação a outra pessoa (a quem se ama) ele só pode ser verdadeiramente livre, quando é entregue... Ou seja, quando não é livre LOL

Quando muito, aquela coisa a que chamam amor livre pode ser, sei lá, paixão pela vida e por experiências novas, vontade de experimentar o maior número possível de sensações... O que é, deixem-me salientar a minha opinião, perfeitamente legítimo, não obstante eventuais (pre)juízos morais... Mas não acho que se enquadre na categoria de "amor pelo outro individualmente" e certamente não na categoria de "amor livre"...


E daí, voltamos ao mesmo.

Será melhor viver uma relação de forma intensa gozando todos os altos e baixos da viagem na montanha russa ou viver uma multiplicidade de relações, das quais podemos escolher apenas as partes melhores sem nunca nos prendermos realmente a ninguém?

E se no fundo como dizia o Torga todos nascemos, vivemos e morremos sós, o que é que será melhor? Uma solidão simples ou uma solidão acompanhada?

(acabo este post com uma imagem vívida e nítida de um casal que certa altura vi no Café Vianna, que, desde que entrou até meia hora depois quando saiu, esteve calado, quieto e de olhar fixo na multidão. Sem trocar um gesto, um olhar, uma palavra... E daí minto!...O homem pediu um lenço de papel à mulher...)



Fico à espera das vossas opiniões e imprecações...


*inhos (feels good to be back :) )

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

So now what?


Cheguei ao fim da contagem decrescente.

Fiz um ano de blog, que foi algo que o salvou da obliteração no princípio de Janeiro quando decidi que o Loopings me estava a ocupar demasiado tempo e pensei… Vou esperar por fazer um ano inteiro…

É que um ano é uma quantidade de tempo respeitável…

Para se ser Wicca tem de se estudar pelo menos um ano inteiro antes de tomar essa decisão (ou deve-se), um ano é o tempo habitual de uma sabática, um ano é uma volta inteira da terra ao sol, é o tempo que tinham os casamentos celtas (eram contratos anuais extensíveis ou não, mas apenas por mútuo acordo… sempre gostei desta ideia eheheh), etc.

Mas agora que para meu grande alívio passou esse tempo, estou sem saber muito bem o que fazer, um pouco como o tolo no meio da ponte, que é como quem diz a universitária em vias de acabar o curso. eheheh

Por acaso é absolutamente inacreditável a quantidade de coisas que aguentamos só porque depois acaba e é num instante… E depois percebemos que após esse prazo começa a decorrer outro que desconfortavelmente aceitamos, só porque é "absolutamente importante"

Portanto, o Loopings fez agora um ano.

So now what?


Bem... Acho que vou tirar um tempo para decidir. É que os meus sábios amigos dizem-me amiúde que a pressa é má conselheira.


Vemo-nos em breve e até lá,


God Speed” :)))))))))
... e 0!!!!!!! (saltei o dia 20 na contagem ehehehehe)
1

quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Circulariedade... Oh joy! :)




in "Windmills of your mind" da banda sonora de "The Thomas Crown Affair"
Olha mais um amigo meu que tem um blog! eheheheh


OBRIGADÃO PELA AJUDA DE HOJE! És um querido :)


www.softonecrusader.blogspot.com
Ópera do Malandro de Chico Buarque

Em Março no Coliseu do Porto

  • 17 a 19 - Quinta a Sábado - 21h00
  • 20 - Domingo - 16h00


    Ópera do Malandro de Chico Buarque

    Obra-prima do teatro musical de Chico Buarque estreia em Fevereiro em Portugal numa remontagem sumptuosa.

    A superprodução assinada por Charles Möeller (direcção, cenários e figurinos) e Cláudio Botelho faz uma pausa nos palcos brasileiros e traz o Barão da Ralé para os palcos portugueses, 25 anos depois de sua estreia, e depois de um sucesso estrondoso e casas lotadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 300 mil bilhetes vendidos.

    Irresistivelmente charmoso e sedutor, o contrabandista Max Overseas, personagem-título do musical A Ópera do Malandro, está na praça outra vez e vai percorrer – caminhando na ponta dos pés - as ruas da Lapa carioca dos anos 40.

    O musical de Chico Buarque, inspirado na Ópera do Mendigo de John Gay e na Ópera dos Três Vinténs de Brecht/Weill, sobe aos palco do CCB e do Coliseu do Porto. Esta montagem grandiosa faz jus às mais belas canções da música brasileira, compostas para esta peça. Trata-se da, mais que merecida, homenagem a esta obra-prima, proporcionando aos espectadores uma encenação de primeiríssima linha e grande impacto artístico e técnico.

    Desde sua estreia no Rio de Janeiro, em agosto de 2003, o espectáculo lotou inteiramente o Teatro Carlos Gomes (tradicional reduto das revistas na antiga capital federal brasileira). Rapidamente a Ópera do Malandro se configurou como um dos mais impactantes fenómenos de público e crítica já vistos na cidade do Rio. Capturou a unanimidade da emoção de quem assistiu, impressionou pela lotação sempre antecipada da casa, foi abençoada pelo carinho do próprio autor - Chico foi aos ensaios e ao espectáculo, mandando flores a todos.

    Com direcção, cenários e figurinos de Charles Möeller e direcção musical de Cláudio Botelho, a Ópera do Malandro volta ao palco com vinte actores em cena, um elenco de raro talento que canta, dança e representa como poucos no país. Os intérpretes – dos consagrados Lucinha Lins e Mauro Mendonça a revelações como Alexandre Schumacher e Alessandra Maestrini – estão acompanhados ao vivo por uma orquestra de 12 músicos.

    A cenografia de Charles Möeller reconstrói o espaço cénico. São três palcos giratórios, montados num cenário de três andares. Os figurinos, cerca de 75, também assinados pelo director, foram confeccionados com estampas especialmente desenhadas. O cuidado técnico detalhadíssimo prevê microfones de cabeça e três mesas de som, sendo uma delas digital de última geração.

    "Sim, somos buarquemaníacos" dizem Charles e Cláudio. "O que vocês vão ver nos palcos portugueses é a nossa paixão pela obra deste compositor/autor. Não há uma única palavra que não tenha sido escrita por ele. Adaptou-se um pouco, mas a estrutura das cenas, nunca os diálogos; cortou-se apenas o necessário para que o espectáculo durasse o tempo justo do prazer".

    Entre deusas e bofetões, entre parangolés e patrões: enredo e elenco

    O cenário é a Lapa carioca das prostitutas e da pancadaria; o período, a década de 40, com a Guerra assolando o mundo e mandando seus ecos para o Brasil. A Ópera do Malandro põe em cena a rivalidade entre o contrabandista Max Overseas (Alexandre Schumacher) e Fernandes de Duran (Mauro Mendonça), o dono dos prostíbulos da Lapa. Bem no meio da briga está Terezinha (Soraya Ravenle), a filha única de Duran e de Vitória (Lucinha Lins) que se casa com Max sob as bênçãos do Inspetor Chaves, o Tigrão (Cláudio Tovar), que "trabalha" para ambos os contraventores. O casamento é o golpe final na família Duran: o desgosto dos pais de Terezinha – e, naturalmente, a ameaça aos negócios - é o gatilho da trama em que todos tentam tirar vantagem de todos. A peça criou ainda outros personagens inesquecíveis como Geni (vivido por Thelmo Fernandes e Sandro Christopher) e Lucia (Alessandra Maestrini), a filha de Tigrão e rival de Terezinha.

    Um samba em homenagem à nata da malandragem - As canções da peça

    Costurada pelas obras-primas de Chico Buarque, a Ópera do Malandro é "uma história viva e pulsante, um musical sobre o poder", definem Charles Möeller e Cláudio Botelho. "Incluímos algumas das músicas feitas para a versão do cinema, assim como as canções cortadas da versão original", dizem os directores. E os olhos e ouvidos do público ganham a ciranda feita dos clássicos Palavra de Mulher, O Meu Amor, Uma Canção Desnaturada (Curuminha), Homenagem ao Malandro, Folhetim, Viver do Amor, Geni e o Zepelim, As Muchachas de Copacabana e Pedaço de Mim, entre outras – num total de 20 canções.

    Os antecedentes:

    A ópera do Mendigo de John Gay em 1728, ...Três vinténs de Brecht/Weill em 1928 e a Ópera do Malandro em 1978

    Baseada em The Beggar’s Opera, de John Gay - a Ópera dos Três Vinténs de Bertolt Brecht (1898-1956) e de Kurt Weill (1900-1950) -, estreou em Berlim em 1928, contando a derrocada do elegante anti-herói Machead/Mac The Knife, cercado de mendigos, prostitutas, ladrões e vigaristas. Brecht adaptou a peça de Gay, que havia estreado duzentos anos antes na Inglaterra, reforçando o entrelaçamento do gênero refinado com os temas e as situações do submundo.

    Chico Buarque, em 1978, declarou que a sua Ópera do Malandro "é um texto novo, em cima da Ópera do Mendigo, com detalhes de Brecht". No elenco da montagem original, dirigida por Luiz Antonio Martinez Corrêa, estavam Otávio Augusto (Max), Marieta Severo (Terezinha), Elba Ramalho (Lucia) e Emiliano Queiroz (Geni).




  • Bilhetes:
    Cadeira de Orquestra 42,00€
    1ª Plateia 40,00€
    2ª Plateia 38,00€
    Tribuna 35,00€
    Camarote 1ª (cada senha) 35,00€
    Frisas (cada senha) 30,00€
    2

    terça-feira, fevereiro 01, 2005

    ok ok, já tenho uma piada rosa para contrapor (ah pois senão ainda me atacam com o contraditório, não... eheh)

    Como as mães tb se enganam...


    - Deixa de jogar bola todo o dia e vai estudar, para teres um futuro.
    - Mãe de Ronaldo

    - Porque é que dizes sempre que o leite está com mau gosto?
    - Mãe de Pasteur

    - Pára de gritar o dia todo.
    - Mãe de Luciano Pavarotti

    - Pára de brincar com estas máquinas ou nunca deixarás de ser pobre.
    - Mãe de Bill Gates

    - É a última vez que rabiscas o tecto do banheiro.
    - Mãe de Miguel Angelo

    - Como é que três quartos de hora são relativos? Se chegas tarde à escola,
    vais ter falta.
    - Mãe de Einstein

    - Pára de bater na mesa. Já estou farta desses ruídos.
    - Mãe de Samuel Morse

    - Fica quieto de uma vez! Daqui a pouco, vais querer dançar nas paredes.
    - Mãe de Fred Astaire

    - Quantas vezes têm que te dizer para não andares com esses negrinhos?
    - Mãe de Abraham Lincoln

    - Nada de igualdades. Eu sou tua mãe e tu és meu filho.
    - Mãe de Karl Marx

    - Deixa esses soldadinhos de chumbo de lado e vai estudar francês.
    - Mãe de Napoleão Bonaparte

    - E tu pensas que trabalhando como operário vais chegar a algum lugar?
    - Mãe de Lula da Silva

    - Pára de mentir e de andar com putas ou nunca serás ninguém na vida...
    - Mãe de Santana Lopes
    Um bocado contra os meu princípios, não sou capaz de não partilhar esta piada laranja...


    Sabem qual é a frase mais conhecida do Sócrates?
    "Eu só sei que nada sei..."



    eheheheh


    (Ed, definitivamente, tu não és uma boa influência eheheheheheheheheheh *s)
    Nature Quote of the DayThe world is so empty if one thinks only of mountains, rivers and cities; but to know someone here and there who thinks and feels with us, and though distant, is close to us in spirit - this makes the earth for us an inhabited garden.
    Johann Wolfgang von Goethe

    Love Quote of the Day
    Love takes off masks that we fear we cannot live without and know we cannot live within.
    James A. Baldwin
    3
    "It is not a man's duty, as a matter of course, to devote himself to the eradication of any, even the most enormous, wrong; he may still properly have other concerns to engage him; but it is his duty, at least, to wash his hands of it, and, if he gives it no thought longer, not to give it practically his support. If I devote myself to other pursuits and contemplations, I must first see, at least, that I do not pursue them sitting upon another man's shoulders. I must get off him first, that he may pursue his contemplations too."

    Thoreau
    E depois há pessoas que se queixam de centralismo ocidental eeheheh




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    ... (visited 18 countries (8%)) Já só me falta 92% LOL